Características físicas - Um terço do território é ocupado pelo deserto do Saara (8,6 milhões de km2). Nessa parte árida, porém, se localiza uma das regiões mais férteis do globo: a faixa de terra banhada pelo rio Nilo. Na porção úmida equatorial, encontram-se as florestas tropicais, que perdem densidade e se transformam em savanas à medida que se distanciam para regiões mais secas, ao norte e ao sul. A cobertura vegetal tem sido reduzida pelo desmatamento, e o aumento das áreas desérticas é um dos principais problemas ambientais do continente. O litoral é regular, com poucas ilhas. O clima é quente (equatorial ou tropical) na maior parte do território, exceto nas extremidades sul e norte, onde é temperado.
Religião e idioma - Ao lado de cultos animistas, praticam-se o islamismo, o cristianismo e o hinduísmo. Predominam as línguas e os dialetos do tronco africano e do tronco camito-semítico. É grande a influência do português, do francês e do inglês, idiomas dos principais grupos colonizadores.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Características físicas - Um terço do território é ocupado pelo deserto do Saara (8,6 milhões de km2). Nessa parte árida, porém, se localiza uma das regiões mais férteis do globo: a faixa de terra banhada pelo rio Nilo. Na porção úmida equatorial, encontram-se as florestas tropicais, que perdem densidade e se transformam em savanas à medida que se distanciam para regiões mais secas, ao norte e ao sul. A cobertura vegetal tem sido reduzida pelo desmatamento, e o aumento das áreas desérticas é um dos principais problemas ambientais do continente. O litoral é regular, com poucas ilhas. O clima é quente (equatorial ou tropical) na maior parte do território, exceto nas extremidades sul e norte, onde é temperado.
Religião e idioma - Ao lado de cultos animistas, praticam-se o islamismo, o cristianismo e o hinduísmo. Predominam as línguas e os dialetos do tronco africano e do tronco camito-semítico. É grande a influência do português, do francês e do inglês, idiomas dos principais grupos colonizadores.

Fome, guerra, pobreza, doenças, miséria, corrupção, impunidade, é assim que se define África e seus povos que sofrem a ganância e ambição de seus líderes e de outros países mais evoluidos que nogoceiam entre si os recursos naturais como o petróleo, os diamantes, o cobalto, etc. que fazem enriquecer uns e empobrecer milhões de africanos com direito a ter uma vida mais digna.
É do conhecimento comum que os lideres africanos enriquecem escandalosamente enquanto o povo vive miseravelmente. O Presidente angolano, por exemplo, detém uma fortuna colossal que daria para erradicar a fome no país e dar melhores condições de vida ao seu povo que sofre carências de todo o género.

A continuidade dos conflitos armados, o avanço de epidemias e o agravamento da miséria marcam a história recente da África e contribuem para o isolamento econômico do continente.
Algumas nações alcançam relativa estabilidade política e desenvolvimento: é o caso da África do Sul, responsável por um quinto do PIB africano, graças à exportação de ouro, minério de ferro, diamante e carvão e a maciços investimentos no parque industrial, e dos países árabes da chamada África Branca, ao norte, como Líbia, Argélia e Egito, onde a economia está baseada na exploração de petróleo e gás natural.
Enquanto isso, a região da África Subsaariana, que abrange os países de população negra situados ao sul do deserto do Saara, é a única área do planeta que regrediu economicamente em relação à década de 60. O continente é marcado também pelos conflitos etno-religiosos, tanto entre clãs e tribos na África Negra, quanto entre guerrilheiros fundamentalistas e o governo nos países islâmicos.
Após o processo de descolonização

A continuidade dos conflitos armados, o avanço de epidemias e o agravamento da miséria marcam a história recente da África e contribuem para o isolamento econômico do continente.
Algumas nações alcançam relativa estabilidade política e desenvolvimento: é o caso da África do Sul, responsável por um quinto do PIB africano, graças à exportação de ouro, minério de ferro, diamante e carvão e a maciços investimentos no parque industrial, e dos países árabes da chamada África Branca, ao norte, como Líbia, Argélia e Egito, onde a economia está baseada na exploração de petróleo e gás natural.
Enquanto isso, a região da África Subsaariana, que abrange os países de população negra situados ao sul do deserto do Saara, é a única área do planeta que regrediu economicamente em relação à década de 60. O continente é marcado também pelos conflitos etno-religiosos, tanto entre clãs e tribos na África Negra, quanto entre guerrilheiros fundamentalistas e o governo nos países islâmicos.
Após o processo de descolonização

A África
• A África é o continente mais pobre do mundo, onde estão quase dois terços dos portadores do vírus HIV do planeta, a continuidade dos conflitos armados, o avanço de epidemias e o agravamento da miséria põem em causa o seu desenvolvimento. Algumas nações alcançaram relativa estabilidade política, como é o caso da África do Sul, que possui sozinha um quinto do PIB de toda a África.
Distinguindo-se pelas elevadas taxas de natalidade e de mortalidade e pela baixa expectativa de vida e abrigando uma população jovem, a África caracteriza-se pelo subdesenvolvimento. Aparecendo ao mesmo tempo como causa e conseqüência desse panorama, os setores econômicos em que os países africanos apresentam algum destaque constituem herança do seu passado colonial: o extrativismo e a agricultura - setores em que são baixos os investimentos e o custo da mão-de-obra - cuja produção é destinada a abastecer o mercado externo.
A incipiente industrialização do continente, por sua vez, está restrita a alguns ponto
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